top of page
AD.png

Casa. Memória. Corpo.

Escrever 

é uma forma de preservar, 

o que o tempo tenta pagar,

pessoas,

luares,

sensações,

cheiros,

sentimentos.


As dores,

as decepções

ficam quietinhas,

guardadas

em uma caixa de papelão


Às vezes,

molha e vaza.

Recolher e voltar

para a caixa novamente

vira um filme

que perdeu a cor.


Caixa.

Memória.

Corpo.


Toda trajetória, é história,

não desaparecerá.

se agarra a um galho - fino

pouca sustentação.

a forma como se agarra

não importa.

Se firma.


A história

é contada

por conchas,

que recolhem,

servem,

acolhem,

alimentam essas lembranças,

que se derramam

pela memória,

pelas visões,

por mãos,

que circulam o corpo.


Um corpo 

atravessado pelo tempo,

que viveu,

reviveu,

relembrou.

Pais,

irmãos,

filhos.

Casa Natal


Comentários


bottom of page