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Qual a Sua Fake News Preferida?

30 de jul.
2 min de leitura

Amizades... que saudade de vocês!


Muito tempo que não venho aqui me confessar. É somente aqui, nesse canto sujo de algum servidor, que gasto alguns litros de águas para falar obviedades mais que necessárias nos dias atuais.


É com deboche e desespero que renasço para vocês e esse site.


O mundo continua daquele jeito, o Brasil de jeito nenhum e eu tentando ajeitar o que chamo de vida e projetos.


Época de eleição e nestes tempos li o livro "Brasil no Espelho", de Felipe Nunes (Globo Livros) que conheci escutando um podcast que não lembro. O que me chamou a atenção durante o podcast foi o tanto de porcentagens que o Felipe falava para tentar nos ajudar a chegar em uma conclusão "de quem é o brasileiro e como ele se enxerga".


Duas coisas bem diferentes mas que, se andam separadas, fazem de nós um povo hipócrita.


...


No início do ano (acho que não contei isso por aqui), eu com minha cerveja em meu buteco não preferido, sou importunado por um próximo dizendo que eu defendia Nicolás Maduro e por isso, eu achava um absurdo o ataque a Venezuela.


Quando falo que dizer o óbvio é importante, neste caso foi soltar perdigotos na cara do miserávi que atrapalhou minhas férias para discutir isso, enquanto explico que "eu não sou chapa do Maduro, nem diplomata de porta de bar da Venezuela, meu querido".


Se existe uma regra básica é que ninguém pode invadir a casinha de ninguém. Seja aqui na minha rua, seja nas relações internacionais. O que alguns chamam de "Intervenção Humanitária", eu chamo de"Ataque", "Invasão", "Desculpinha esfarrapada". Na época da invasão geral já sabia o que interessava aos EUA na Venezuela. Hoje, o próprio ped*ofilo alaranjado já se vangloria dos milhões que tem embolsado com o que rouba de lá.


Aí, to bebendo meu veneno, dessa vez em casa, e me vem marmanjo dizer que concorda com o marditão do Frávio Biruliro (que consegue ser um vice dele mesmo), quando o bandidinho facilita taxações e intervenções americanas aqui no Brasil. A gente sabe onde esse filme vai acabar. Só nos últimos anos, os EUA já soltaram mais bomba em nome da "Paz", "Democracia", "Contra as Drogas" e a tal "Intervenção Humanitária", do que eu solto desculpinhas para não vir aqui escrever. E bem... faz tempo que nem as desculpas eu dou.


E ele meio que tá assim... Agora ataca os países e Foda-s*. A ONU tem o poder que minha vó tinha quando me falava para não fazer algo. afff...que nojo, até me vi mais alaranjado agora. Melhorei, gente!



O Viralatismo de quase 38% dos brasileiros em relação ao Trump e aos EUA (segundo pesquisas da Quaest/Genial, Datafolha e Ipsos/Ipec em 2025), é o que não nos permite ver o mau que esse cara, o que ele representa e seus discípulos aqui no Brasil (incluindo políticos), fazem ao mundo.


Sobre esse tema e a chateação nas minhas férias, o que fica é uma #FakeNews que caí. Quero falar mais sobre fake news e IA esse ano ainda. Mas fiquei muito triste quando me disseram que minha Fake News preferia era falsa.



(Ainda finjo que é verdade quando estou triste e precisando de algo para alegrar meus dias)



1 comentário


Paulo
30 de jul.

A minha fake news preferida foi o Internacional usando um audio fake do VAR que foi postado em um perfil de humor do instagram em um julgamento contra o cruzeiro aheuauhe

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